Sindicato denuncia utilização de trabalhadores em programas ocupacionais para serviços mínimos

O coordenador regional do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais nos Açores denunciou a utilização de pessoas que estão em programas ocupacionais, durante a greve de hoje, para assegurar o funcionamento de algumas escolas, situação ilegal perante a lei.

“Na área da Educação, houve várias escolas que não encerraram porque asseguraram o seu funcionamento com pessoas que estão em programas ocupacionais, o que é ilegal”, sublinhou João Decq Mota.

O sindicalista estranha estes acontecimentos, até porque, recentemente, o vice-presidente do Governo Regional, Sérgio Ávila, garantiu, na Assembleia Legislativa Regional, que “não havia nenhum trabalhador em programas ocupacionais a assegurar funções permanentes dos serviços”.

Decq Mota realçou que a greve no arquipélago registou uma “boa adesão”, embora o sindicato não possua percentagens totais de adesão.

“Os serviços da Administração Regional foram afetados por esta greve, sobretudo na área da Educação e da Saúde”, referiu o coordenador sindical, recordando que “houve escolas encerradas nas ilhas de São Miguel, na Terceira, São Jorge, Pico e Faial” e afetou serviços em quase todas as unidades de saúde da região.

 

 

 

 

Foto: Direitos Reservados

Lusa/+central

 

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