Região quer celeridade na certificação da Base das Lajes para uso civil

O secretário regional dos Transportes e Obras Públicas solicitou hoje ao ministro da Defesa celeridade no processo de certificação da pista da Base das Lajes para utilização permanente por aeronaves civis.

Vítor Fraga apresentou a Azeredo Lopes a pretensão de que este processo seja desenvolvido “o mais rápido possível, para também antecipar o mais possível o prazo de dois anos concedido para a sua concretização, uma vez que esta é uma medida estruturante e fundamental para a atividade na Base Aérea das Lajes, e que tem um impacto direto na economia da ilha Terceira”.

Atualmente este trabalho está a ser desenvolvido pelo grupo de trabalho que foi criado para o efeito, que engloba elementos da ANAC – Autoridade Nacional da Aviação Civil, da Força Aérea, dos ministérios da Defesa Nacional e do Planeamento e das Infraestruturas e do Governo dos Açores.

Recentemente, entre 31 de janeiro e 2 de fevereiro, este grupo de trabalho realizou uma visita técnica à infraestrutura, sendo que, a 6 de março, “voltará a haver uma reunião destes elementos, com vista a dar seguimento a todo este processo”, adiantou Vítor Fraga.

Na reunião que teve hoje em Lisboa, o governante regional solicitou, igualmente, celeridade no processo de reabilitação do Cais NATO, em Ponta Delgada, para que a empresa Portos dos Açores possa também avançar com a segunda fase de recuperação deste porto.

O secretário regional frisou que esta é uma obra fundamental e que “impacta diretamente com uma segunda empreitada que a Portos dos Açores tem para lançar no mesmo porto, que visa o reperfilamento do cais -10, a repavimentação do cais e a ampliação do parque de contentores, e que está diretamente ligada com esta obra, porque é necessário haver uma coordenação, quer do cronograma, quer dos trabalhos, com vista a garantir a operacionalidade” do Porto de Ponta Delgada.

Relativamente a este assunto, Fraga revelou ter recebido do ministro da Defesa o compromisso de “enviar, entre hoje e amanhã, toda a informação necessária para o Gabinete do Primeiro-ministro, a fim de este proceder à autorização da despesa, para posterior lançamento do concurso, e assim se dar seguimento a esta obra, que é fundamental”.

A Portos dos Açores, além da empreitada que já está a decorrer, vai lançar uma segunda empreitada, orçada em cerca de 32 milhões de euros, que representa um investimento fundamental para aumentar as condições de operacionalidade e de segurança do porto e prepará-lo para os desafios do futuro.

 

 

 

 

 

GaCS/+central

 

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