Rastreados cerca de 50 mil açorianos pelo Centro de Oncologia dos Açores

OncologiaLuís Cabral revelou hoje que o Centro de Oncologia dos Açores (COA) ‘Prof. Dr. José Conde’ já abrangeu cerca de 50 mil açorianos nos seus programas de rastreio organizado, entre 2014 e 2016.

O secretário regional da Saúde destacou a implementação de um novo rastreio nesta legislatura, dirigido ao cancro de cólon e reto (ROCCRA), que teve início em 2014 e já abrangeu 8.276 Açorianos, o que equivale a uma percentagem de cerca de 32%.

Por sua vez, o rastreio organizado do cancro da mama (ROCMA), que teve início em 2009, já vai na sua quarta volta, tendo permitido rastrear mais de 20 mil mulheres entre 2015 e 2016, “o que se traduz numa taxa de participação de quase 85%”, destacou Luís Cabral.

Relativamente ao rastreio do colo do útero (ROCCA), salientou que teve a sua segunda volta entre os anos de 2014 e 2016, tendo sido rastreadas mais de 20 mil mulheres, o que equivale a uma taxa de participação de quase 30%.

Luís Cabral frisou a importância destes rastreios para a deteção precoce, “o que veio permitir uma resposta atempada e que a maior parte desses Açorianos tivesse uma maior probabilidade de sobrevivência”.

Na sequência do trabalho do COA na prevenção do cancro, o titular da pasta da Saúde destacou a aposta nas campanhas antitabaco, por ser “uma das maiores causas do cancro nos Açores”.

“Um dos principais motivos para a grande incidência de cancros na Região é o tabaco, pelo que já foram efetuadas duas campanhas publicitárias, que estão a ter o seu impacto, em conjunto com outras medidas implementadas, como as consultas de cessação tabágica, disponíveis desde agosto em todas as Unidades de Saúde de Ilha da Região”, salientou Luís Cabral.

Mais recentemente, foi criado o rastreio organizado do cancro oral, uma iniciativa que o Secretário Regional considerou de relevante importância e que é possível porque os Açores são “a única região do país que disponibiliza consultas de medicina dentária no Serviço Regional de Saúde”.

Com este rastreio, o Centro de Oncologia dos Açores passa a contar com quatro rastreios organizados em diferentes áreas, “um aumento muito significativo para uma legislatura e que é uma excelente medida para a prevenção e detenção precoce de vários tipos de cancro na Região”.

 

 

 

 

Foto: Direitos Reservados

GaCS/+central

 

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