Joaquim Ponte é o candidato social democrata à Assembleia Municipal de Angra do Heroísmo

O ex-deputado e ex-autarca Joaquim Ponte será o candidato do PSD à Assembleia Municipal de Angra do Heroísmo, assumindo uma candidatura “que é virada para as pessoas, afastando o registo dos eleitos que estão reféns dos dirigentes dos seus partidos, como acontece atualmente em tantas autarquias dos Açores”.

“Face a esse controlo do partido que está no poder [o PS], cabe à oposição promover candidaturas que visem o interesse das pessoas e da Terceira. E é isso que o PSD está a fazer”, refere Joaquim Ponte, para quem é preciso “retomar a provedoria da Terceira, no sentido de defender os interesses da nossa ilha no todo regional. A Terceira tem de retomar o peso político que já teve, mas que perdeu”, alerta.

O social democrata explica que “não se trata que qualquer tipo de bairrismo, até porque há um espirito regional concreto nos Açores. Mas não podemos descurar o interesse especifico de cada ilha, porque é desse interesse que se constrói a Região e que se faz valer a nossa Autonomia”.

Joaquim Ponte refere que os lugares de decisão na Terceira “estão a ser transferidos para outros centros, ou estão entregues a pessoas sem dimensão política para fazerem ouvir a sua voz. Daí a necessidade de, também no caso de Angra do Heroísmo, se avançar com alguém que não está comprometido com os diretórios partidários, que não depende deles”.

Assim, adianta que a candidatura de Marcos Couto à presidência da autarquia angrense “preenche todos esses requisitos, é uma candidatura que tem liberdade para dizer o que pensa”.

“O Marcos [Couto] tem vida proporia, é um jovem dinâmico, e que avança para a sua primeira candidatura ciente de que vai conseguir fazer coisas diferentes”, refere Joaquim Ponte.

“É professor, é empresário, tem boa formação, é um homem de Angra e que expressa as suas ideias. Assume que quer servir os terceirenses se assim o quiserem”, refere ainda o candidato à Assembleia Municipal.

Joaquim Ponte liderou os destinos da autarquia de 1985 a 1996, cabendo-lhe diversas iniciativas que mudaram em muito a face de uma cidade que recuperava dos estragos do Sismo de 1980.

Antes da sua passagem pelo município foi fundador e líder da JSD/Açores e Chefe de Gabinete do Secretário Regional dos Assuntos Sociais. Foi ainda deputado na Assembleia Regional e na Assembleia da República, funções que desempenhou até 2015.

 

 

 

 

GI PSD/+central

 

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