Falta de gás proporcionou a fraca qualidade nutricional de refeições escolares em São Jorge

O Governo dos Açores informou hoje que a fraca qualidade das refeições escolares servidas no passado dia 14 de dezembro de 2016 nas escolas da Calheta, na ilha de São Jorge, deveu-se a “uma anomalia no fornecimento de gás, o que impossibilitou o uso do fogão”.

Em resposta, já fora do prazo legal, a um requerimento apresentado pelo grupo parlamentar do Bloco de Esquerda/Açores, o executivo regional acrescenta que a referida anomalia “apenas pode ser corrigida em momento posterior ao fornecimento das refeições”.

Recorde-se que, no dia 14 de dezembro de 2016, foram servidos, aos alunos da EB1/JI da Ribeira Seca, dois nuggets, um rissol, uma maçã e um papo-seco; aos alunos da EB1/JI da Calheta, três nuggets, uma maçã e um papo-seco; aos alunos do 4º ano da EB2,3/S Padre Manuel Azevedo da Cunha, três nuggets/rissóis, uma maçã ou gelatina e um papo-seco; aos alunos do 5º ao 12º ano, da mesma escola, quatro nuggets/rissóis, uma maçã ou gelatina e um papo-seco.

O Governo Regional refere, também, que a responsabilidade desta situação não pode ser imputada nem à unidade orgânica nem ao prestador do serviço — a saber: GERTAL – Companhia Geral de Restaurante e Alimentação, S.A. — salientando que os alunos foram ressarcidos do valor pago pela refeição naquele dia.

O executivo admite que o caderno de encargos referente à aquisição de fornecimento de refeições escolares tem como critério de adjudicação o mais baixo preço.

 

Resposta GRA: Qualidade das refeições escolares servidas na Escola Básica e Secundária da Calheta de São Jorge

 

 

 

Foto: Direitos Reservados

+central

 

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