Eurodeputados entendem que ajudas aos Açores “expressam a solidariedade europeia”

Os eurodeputados da Comissão do Desenvolvimento Regional do Parlamento Europeu (PE) entendem que as ajudas aos Açores “devem continuar a existir porque são a expressão da solidariedade europeia”. 

No final da missão às ilhas açorianas de São Miguel e da Terceira, para conhecer projetos que receberam apoio comunitário através dos fundos estruturais e de coesão, e aferir as necessidades do arquipélago, o presidente da delegação, o francês Younous Omarjee, afirmou que, durante os três dias no arquipélago, “ninguém nos pediu mais dinheiro”, admitindo, no entanto, que “existe uma grande expetativa de que os programas europeus possam valorizar os ativos das regiões ultraperiféricas a favor dos seus territórios e das suas populações”.

Omarjee explicou ainda que a delegação não se deslocou aos Açores para controlar o uso dos fundos europeus, mas cabe aos eurodeputados melhorar as suas regras.

“Como eurodeputados, podemos melhorar os regulamentos onde for preciso. A nossa intervenção é política, sobretudo no momento de preparar o próximo Quadro Financeiro Plurianual”, acrescentou.

Da agenda, constaram encontros com o presidente do Governo Regional dos Açores, com académicos e com técnicos, bem como visitas a projetos que receberam fundos da UE.

A delegação foi liderada pelo deputado francês Younous Omarjee (Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde) e contou com os deputados portugueses Sofia Ribeiro (Partido Popular Europeu, Liliana Rodrigues e Ricardo Serrão Santos (ambos dos Socialistas & Democratas).

 

 

 

 

Foto: Direitos reservados

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