Dez 25 2017

Angra do Heroísmo lidera ocorrência de noites tropicais nos Açores

O concelho de Angra do Heroísmo liderou, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), a ocorrência de noites tropicais, num total de 62, durante o ano de 2016, seguido de Ponta Delgada com 50.

Nas regiões autónomas, as noites tropicais ocorreram com maior frequência, tendo-se registado o maior número de noites tropicais em Santa Catarina (87), Funchal (78) e Lugar de Baixo (70) na ilha da Madeira.

Os locais em Portugal Continental, com maior número de noites tropicais (temperatura mínima igual ou superior a 20 °C), foram Faro (72), Portalegre (44) e Vila Real de Santo António (43).

O maior desvio positivo foi de +47 dias na estação de Faro e o maior desvio negativo foi registado na estação de Alcácer do Sal/Barrosinha (-3 dias).

Em 2015, o maior desvio negativo foi de -6 dias, nas estações de Castelo Branco e Elvas e o maior desvio positivo registou-se em Faro com +31 dias.

Nas regiões autónomas, as noites tropicais ocorreram com maior frequência, tendo-se registado o maior número de noites tropicais em Santa Catarina (87 dias), Funchal (78 dias) e Lugar de Baixo (70 dias) na ilha da Madeira.

Comparando com o valor normal verifica-se que, em 2016, as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, registaram desvios positivos em quase todas as estações, excepto a estação de Areeiro/Madeira.

Salienta-se que os maiores desvios ocorreram na Região Autónoma da Madeira nomeadamente, no Funchal (+51 dias), Santa Catarina (+44 dias) e Lugar de Baixo (+44 dias), contudo, a Região Autónoma dos Açores apresenta um desvio igualmente significativo na estação de Angra do Heroísmo (+ 44 dias).

Precipitação muito intensa em Angra, Corvo, Pico e Nordeste

Relativamente à Região Autónoma dos Açores, o número de dias com precipitação muito intensa variou entre 3 dias nas estações de Angra do Heroísmo, Corvo e Pico e 11 dias na estação do Nordeste.

Mais de metade dos gastos em “Outras actividades de protecção do ambiente”

Nos Açores, mais de metade dos gastos ambientais foram aplicados no domínio “Outras Actividades de Protecção do Ambiente” (38,3% em 2015), que para além das ações de administração geral, planeamento e regulamentação no âmbito das actividades de protecção do ambiente, incluíram os projectos relacionados com a gestão da Rede de Centros Ambientais e das Ecotecas da região e o financiamento do Programa EcoFreguesia, Freguesia Limpa cujas acções foram desenvolvidas pelas autarquias locais.

Comparativamente a 2015, os gastos com a gestão de resíduos diminuíram 65,9%, fixando-se nos 2 milhões de euros (5 milhões em 2015) em resultado da conclusão dos trabalhos realizados no âmbito do Plano Estratégico para a Gestão de Resíduos e na selagem e requalificação de vazadouros de resíduos.

Por seu turno, os gastos com a biodiversidade e conservação da natureza decresceram 56,0%, resultado da mudança de sector institucional de uma das entidades da região.

De salientar o aumento de 77,5% no domínio “Protecção e Recuperação dos Solos, de Águas Subterrâneas e Superficiais” nos trabalhos de limpeza, renaturalização e reperfilamento de linhas de água e na desobstrução e limpeza de ribeiras.

 

 

 

 

Foto: Carlos do Carmo

DA/+central

 

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